Este post é em homenagem à minha amiga Sheila, que tem me incentivado a blogar mais, - pobre BlogSky++, aindou abandonado. Ela me citou mais de uma vez: "Tens que ter disciplina". Eu disse isto uma vez para ela, a respeito do mesmo tema, mas falando do blog dela. Então ela me colocou contra a parede: "porque tu não escreves?" Aqui está, literalmente, ou blogamente, a resposta, uma questão de disciplina.
Fome de ler fala da abundância de publicações e de conteúdo hoje disponíveis. Nem falo de conteúdo online. Falo de conteúdo impresso. Revistas à venda, revistas promocionais, revistas com distribuição gratuita. É fácil formar uma pilha de revistas, pegue uma no avião, duas grátis da padaria, receba outra de uma empresa conhecida, compre apenas uma na banca. Quer aumentar a altura? Compre alguns livros que te interessam.
Difícil mesmo é ler tudo!
Não tem como. Na sociedade da informação, tanto faz para a palavra virtual ou impressa: é necessário separar o joio do trigo, qualificar e selecionar a informação, achar fontes verdadeiras, fugir das repetições ad nauseum.
A inspiração deste post veio quando vi uma pilha de revistas como elemento decorativo em uma agência. Um metro de revistas lidas ou não transformadas num móvel agradável. E se eu quisesse ler a revista de baixo da pilha?
Boa leitura.
sexta-feira, outubro 26, 2007
terça-feira, abril 10, 2007
F1m da F1?
O que aconteceu com a F1?
Eu assisto às corridas da F1 desde que me lembro por gente. Quando o Emerson Fittipaldi foi campeao eu já era fã...
Sempre fui Piquetista. O Piquet tem um Fusca turbo. Ele saia das corridas mais cedo (depois de vence-las) para curtir a vida na casa dele em Mônaco... Grande heroi! :-)

Quando o Senna morreu, eu estava assistindo a corrida, como de costume. Mas a morte do Senna não levou apenas um idolo. Levou a categoria junto. Nem o Rubinho conseguiu ser um piloto a altura da tradicao brasileira, tampouco as corridas trouxeram emoções. Mesmo assim, cada ano eu tento assistir a uma ou duas corridas. Desde lá, inventaram algumas regras esdrúxulas:
- O carro só pode ser reabastecido em dias ímparem com Lua Cheia visível.
- Pilotos canhotos só podem trocar de pneus do lado direito.
- O motor só pode ser trocado em conjunto com a substitução de um mecânico da equipe.
- Ultrapassagens pela direita são permitidas na corrida, mas o piloto leva uma multa de transito assim mesmo.
Nenhuma delas resultou em retorno de competitividade. Ocorreram duas fases:
1. O Schumacher ganhava todas as corridas.
2. O Schumacher se aposentou.
Os carros das grandes equipes são 100% iguais. A eletrônica elimina o fator "braço" do piloto. Os motores são de marschmellow, precisam ser trocados a cada corrida (2 numa das regras esquecidas acima). Se o carro apenas derrapa em uma curva, fica totalmente desbalanceado. Os pneus devem ser trocados 7 vezes por corrida pois sao de papelão.
Fala sério! Madruguei neste ultimo sábado, por uma boa razão. A corrida iniciou às 4 da manhã e o Massa conquistou a Pole Position. O Massa tem tudo para ser o que Rubinho não foi. Mas a F1 já acabou.
A corrida comecou emocionante. Massa largou mal e perdeu 2 posições. Precisava urgentemente ultrapassar o Hamilton para que o Alonso nao disparasse. Por 5 voltas eu acreditei que a emoção havia voltado! Até gritei: "Vai!". E o Massa foi, e derrapou! Saiu na brita, o carro não estragou, mas a corrida sim... O Massa perdeu 2 posicoes, ficou em quinto e as posições nao mudaram mais.
O Ataque que ele fez, ao antigo estilo, nao serve mais. Os carros são de patê de fígado, se desmancham com uma tentativa de ultrapassagem. A morte da F1 foi sentenciada pelo exagerado-mor Galvão Bueno (que certamente gostaria de um mínimo de emoção):
"Até parece um ataque de antigamente!"
Depois o Galvão e o Reginaldo Leme concordaram que os carros de hoje não servem mais para isto. Servem para o que então? Não deveria ser a categoria mais competitiva? Eles fizeram umas contas, do tipo: o Massa vai parar 3 vezes, na 37a volta e na 51a. Ele vai passar o Hamilton nos boxes se a equipe colocar mais gasolina. Ele vai trocar os pneus de Papel pelos de Plástico-bolha, é uma estratégia boa da Ferrari. Porra! Fazer este tipo de conta é uma especie de masturbação frente às verdadeira emoções hoje retiradas da corrida.
No domingo à tarde eu assisti pela TV a Formula Truck (de caminhões), etapa gauchíssima em Tarumã. Foi 100 vezes mais emocionante!!
A F1 está morta!
Eu assisto às corridas da F1 desde que me lembro por gente. Quando o Emerson Fittipaldi foi campeao eu já era fã...
Sempre fui Piquetista. O Piquet tem um Fusca turbo. Ele saia das corridas mais cedo (depois de vence-las) para curtir a vida na casa dele em Mônaco... Grande heroi! :-)

Quando o Senna morreu, eu estava assistindo a corrida, como de costume. Mas a morte do Senna não levou apenas um idolo. Levou a categoria junto. Nem o Rubinho conseguiu ser um piloto a altura da tradicao brasileira, tampouco as corridas trouxeram emoções. Mesmo assim, cada ano eu tento assistir a uma ou duas corridas. Desde lá, inventaram algumas regras esdrúxulas:
- O carro só pode ser reabastecido em dias ímparem com Lua Cheia visível.
- Pilotos canhotos só podem trocar de pneus do lado direito.
- O motor só pode ser trocado em conjunto com a substitução de um mecânico da equipe.
- Ultrapassagens pela direita são permitidas na corrida, mas o piloto leva uma multa de transito assim mesmo.
Nenhuma delas resultou em retorno de competitividade. Ocorreram duas fases:
1. O Schumacher ganhava todas as corridas.
2. O Schumacher se aposentou.
Os carros das grandes equipes são 100% iguais. A eletrônica elimina o fator "braço" do piloto. Os motores são de marschmellow, precisam ser trocados a cada corrida (2 numa das regras esquecidas acima). Se o carro apenas derrapa em uma curva, fica totalmente desbalanceado. Os pneus devem ser trocados 7 vezes por corrida pois sao de papelão.
Fala sério! Madruguei neste ultimo sábado, por uma boa razão. A corrida iniciou às 4 da manhã e o Massa conquistou a Pole Position. O Massa tem tudo para ser o que Rubinho não foi. Mas a F1 já acabou.
A corrida comecou emocionante. Massa largou mal e perdeu 2 posições. Precisava urgentemente ultrapassar o Hamilton para que o Alonso nao disparasse. Por 5 voltas eu acreditei que a emoção havia voltado! Até gritei: "Vai!". E o Massa foi, e derrapou! Saiu na brita, o carro não estragou, mas a corrida sim... O Massa perdeu 2 posicoes, ficou em quinto e as posições nao mudaram mais.
O Ataque que ele fez, ao antigo estilo, nao serve mais. Os carros são de patê de fígado, se desmancham com uma tentativa de ultrapassagem. A morte da F1 foi sentenciada pelo exagerado-mor Galvão Bueno (que certamente gostaria de um mínimo de emoção):
"Até parece um ataque de antigamente!"
Depois o Galvão e o Reginaldo Leme concordaram que os carros de hoje não servem mais para isto. Servem para o que então? Não deveria ser a categoria mais competitiva? Eles fizeram umas contas, do tipo: o Massa vai parar 3 vezes, na 37a volta e na 51a. Ele vai passar o Hamilton nos boxes se a equipe colocar mais gasolina. Ele vai trocar os pneus de Papel pelos de Plástico-bolha, é uma estratégia boa da Ferrari. Porra! Fazer este tipo de conta é uma especie de masturbação frente às verdadeira emoções hoje retiradas da corrida.
No domingo à tarde eu assisti pela TV a Formula Truck (de caminhões), etapa gauchíssima em Tarumã. Foi 100 vezes mais emocionante!!
A F1 está morta!
sábado, novembro 04, 2006
O ladrão de bananas
No último final de semana, Election Day, fui almoçar na praça de alimentação do Bourbon Shopping aqui perto. Mais pela conveniência, pois é a opção mais próxima para variar o almoço nos dias de trabalho, bem como perto de casa, ou seja, nada de novo no front.
Além do McDonald's, a praça tem restaurantes com um perfil parecido. Oferecem um buffet à quilo com preço máximo, acima do qual o preço é franqueado e tu podes te entupir de comida com um custo fixo. Nos restaurantes mais caros a franquia é de 14 ou 16 reais. Nos outros pode começar desde 11 reais.
Estava almoçando quando reparei num senhor bem aparentado, magro, com uma quantidade errada de comida. A minha primeira impressão foi "como assim uma bandeja de comida?". Aparentando uns 55 anos de idade, cabelos brancos bem penteados, cavanhaque bem desenhado, camiseta e calção azuis claros bem passadas. E com uma bandeja de comida à sua frente. Ele era magro. Um pratão de comida quente, um outro de saladas (tudomisturadomesmo emambosospratos - gostosmisturados). E para completar, uma banana e dois pãezinhos na bandeja.
Estava comendo a minha comida há algum tempo, reparando nos detalhes. Ele comprou uma Coca-cola de 2 litros no supermercado. A mesa era grande. Um jovem comprou uma lata no restaurante e conseguiu alguns copos extra de plástico. Ele serviu da garrafa de 2 litros as outra pessoas. Logo chegou sua esposa, também magra com mais uma bandeja de comida! Ali estava um bifão de frango, que foi prontamente enrolado em um guardanapo e colocado sorrateiramente na sacola de plástico, que foi em seguida colocada sobre a cadeira ao seu lado!
Então era isto! Ele queria economizar na comida! Em seguida, colocou sua banana, e a banana da bandeja da esposa na sacola, cuidando para ver se estava sendo observado. E logo se foram os pãezinhos também. Ele remava na bandeja, e eu já tinha terminado de tomar o meu café. Queria saber se ele ia despejar aquele restão de comida nos dois pratos na sacola. Daí eles poderiam jantar o frango misturado com o guardanapo, as bananas e os pães, tudo com o gosto da sacola do Zaffari. Não descobri se a salada foi junto. Minha namorada não estava entendendo porque eu não queria ir embora...
Já discuti este assunto com 2 pessoas. Não era uma questão de dinheiro. Estava bem vestido. Gastou uns 30 reais nas duas bandejas de dinheiro. Poderia ter gasto metade disto num frango assado e um quilo de arroz ali mesmo no supermercado, ou bem menos se cozinhasse em casa. Poderia ter ido num restaurante mais barato, existem outros buffets mais baratos que abrem aos domingos.
Ele estava envergonhado do que estava fazendo, pois colocou a comida sorrateiramente na sacola. A regra é, coma o que puderes, mas não é para levar o jantar para casa pelo mesmo preço (e muito menos comida para a semana inteira).
O meu corolário é: mais uma manifestação do infame "jeitinho brasileiro". Um ladrão de bananas. Queria tirar vantagem do buffet! Roubou 2 bananas (50 centavos?), 3 ou 4 pãezinhos (1 real?) e um bife de frango (3 reais?). Pode parecer exagerado, mas é o mesmo tipo de comportamento que vai numa escalada de corrupção até os mais altos escalões nacionais. Você mesmo faz isto, leitor! Vai me dizer que nunca furou um sinal vermelho? Nunca furou uma fila? Não é brasileiro? Braaaa-siiil!!! (trilha sonora de vitória do Airton Senna).
Além do McDonald's, a praça tem restaurantes com um perfil parecido. Oferecem um buffet à quilo com preço máximo, acima do qual o preço é franqueado e tu podes te entupir de comida com um custo fixo. Nos restaurantes mais caros a franquia é de 14 ou 16 reais. Nos outros pode começar desde 11 reais.
Estava almoçando quando reparei num senhor bem aparentado, magro, com uma quantidade errada de comida. A minha primeira impressão foi "como assim uma bandeja de comida?". Aparentando uns 55 anos de idade, cabelos brancos bem penteados, cavanhaque bem desenhado, camiseta e calção azuis claros bem passadas. E com uma bandeja de comida à sua frente. Ele era magro. Um pratão de comida quente, um outro de saladas (tudomisturadomesmo emambosospratos - gostosmisturados). E para completar, uma banana e dois pãezinhos na bandeja.
Estava comendo a minha comida há algum tempo, reparando nos detalhes. Ele comprou uma Coca-cola de 2 litros no supermercado. A mesa era grande. Um jovem comprou uma lata no restaurante e conseguiu alguns copos extra de plástico. Ele serviu da garrafa de 2 litros as outra pessoas. Logo chegou sua esposa, também magra com mais uma bandeja de comida! Ali estava um bifão de frango, que foi prontamente enrolado em um guardanapo e colocado sorrateiramente na sacola de plástico, que foi em seguida colocada sobre a cadeira ao seu lado!
Então era isto! Ele queria economizar na comida! Em seguida, colocou sua banana, e a banana da bandeja da esposa na sacola, cuidando para ver se estava sendo observado. E logo se foram os pãezinhos também. Ele remava na bandeja, e eu já tinha terminado de tomar o meu café. Queria saber se ele ia despejar aquele restão de comida nos dois pratos na sacola. Daí eles poderiam jantar o frango misturado com o guardanapo, as bananas e os pães, tudo com o gosto da sacola do Zaffari. Não descobri se a salada foi junto. Minha namorada não estava entendendo porque eu não queria ir embora...
Já discuti este assunto com 2 pessoas. Não era uma questão de dinheiro. Estava bem vestido. Gastou uns 30 reais nas duas bandejas de dinheiro. Poderia ter gasto metade disto num frango assado e um quilo de arroz ali mesmo no supermercado, ou bem menos se cozinhasse em casa. Poderia ter ido num restaurante mais barato, existem outros buffets mais baratos que abrem aos domingos.
Ele estava envergonhado do que estava fazendo, pois colocou a comida sorrateiramente na sacola. A regra é, coma o que puderes, mas não é para levar o jantar para casa pelo mesmo preço (e muito menos comida para a semana inteira).
O meu corolário é: mais uma manifestação do infame "jeitinho brasileiro". Um ladrão de bananas. Queria tirar vantagem do buffet! Roubou 2 bananas (50 centavos?), 3 ou 4 pãezinhos (1 real?) e um bife de frango (3 reais?). Pode parecer exagerado, mas é o mesmo tipo de comportamento que vai numa escalada de corrupção até os mais altos escalões nacionais. Você mesmo faz isto, leitor! Vai me dizer que nunca furou um sinal vermelho? Nunca furou uma fila? Não é brasileiro? Braaaa-siiil!!! (trilha sonora de vitória do Airton Senna).
segunda-feira, setembro 04, 2006
O Termostato da Geladeira

Eu conheço uma pessoa, cujo nome não declinarei aqui, que mantém o termostato da geladeira num nível baixo, o número "3", com raras exceções.
Pois bem, em recente viagem, comprei por uma barbadinha (11 dólares no total) uma mini-balança, um termômetro de forno e, tchan-tchan, um termômetro de geladeira.
Este post será bem curto. Meu termostato está sempre no máximo, o número "7". Coloquei o termômetro há uma semana, quando estava 30 graus do lado de fora. Ele logo passou a marcar de 3 a 4 graus Celsius, na faixa onde diz "food". Hoje está Zero grau lá fora. O termostato continua no "7". A geladeira continua na mesma temperatura.
Conclusão óbvia, o termostato executa a sua função - regula a temperatura dentro de um limite máximo e mínimo que não varia com a temperatura exterior. O que muda? O quanto o motor funciona, dependendo da temperatura-alvo e da temperatura de fora.
O termostato "3" só faz a comida estragar mais rápido.
quarta-feira, agosto 30, 2006
Faxineira Fascinante

Em homenagem a uma bela e divertida surpresa que tive hoje ao chegar em casa! =P
O tom da letra não reflete a eficiência da faxineira homenageada, mas enfim, é uma bela música, para quem não conhece a música, vale a pena ouvir.
--
"Faxineira" - Nei Lisboa
Faxineira, fascinante
Onde guardaste o papel
Que eu deixei na estante anteontem
É importante
É o telefone que o Mutuca me passou
De uma garota de Brasília
Filha única de um governador
Faxineira, fascinante
Eu passei a tarde inteira
Procurando uma palheta
Tava dentro da gaveta
E a gaveta dentro do congelador
E o pior é que a geladeira
Tava dentro da banheira
E a banheira no meio do corredor
Faxineira, fascinante
Como pode ser assim
Num instante fascinante
De repente tão ruim
Faxineira
Diz que vem na terça-feira
Eu digo ãhan
Era clean, virou sujeira
Me aparece no domingo de manhã
sábado, janeiro 07, 2006
Sal a gosto

Por este blog um novo amigo, colega de trabalho, ficou sabendo de minhas pretensões culinárias.
Comentei da minha dificuldade em entender receitas, e, em especial, a expressão que não traz informação alguma: "sal a gosto". Comentei a respeito, e a resposta do gourmet foi justamente esta, que o cozinheiro é que determina a quantidade de sal, a seu gosto. Quanto é sal a gosto? Uma pitada de sal é pouco? Uma colher de chá? Uma colher de sopa? Meio quilo? Meio quilo é muito? Depende da quantidade de comida, é óbvio! Mas para a receita em questão, quanto sal é muito e quanto sal é pouco? Se o meu gosto é pouco sal, quanto sal é pouco sal para o meu gosto? A conclusão óbvia é, eu não sei cozinhar. Porque o cozinheiro com um mínimo de competência deveria saber que para aquela receita que está lendo a quantidade de sal do seu gosto é um centon [1].
O corolário, boa parte das receitas foram feitas de cozinheiras para cozinheiras, senão vejamos:
Cortar as bananas em cubinhos. Frite até que fiquem douradas. Refogar o alho e a cebola na manteiga, juntar as bananas fritas ao refogado. Acescentar a farinha de mandioca e mexer até a que a farinha fique crocante. Colocar sal a gosto.
Aqui temos mais uma expressão ininteligível ao leigo: refogar. Nesta semana, reunido com várias amigas, nenhuma delas soube me dar uma explicação do que é refogar ou de como refogar algo, e todas são cozinheiras!
Enfim, munido de meus conhecimentos de física e química, por ser nerd, tive o insight da culinária há poucos meses, a partir dos quais prestei atenção a alguns programas de culinária. Fácil é diferenciar aqueles apresentadores que estão burocraticamente repetindo uma receita que a produtora descobriu dos verdadeiros chefs que executam as receitas com maestria e velocidade. Um dos fatos que percebi, é que um chef executa uma receita, mesmo que sofisticada, em uma velocidade rápida! Eu consigo entender os princípios de decisão e velocidade, mas o que falta:
- saber o tempo de cozimento de cada alimento
- entender o que são alguns termos como: refogar, ovos em clara, marinar, etc.
- aprender a cozinhar, porra!
Me disseram que algumas receitas são para leigos, com quantidades especificadas em gramas e não em medidas estranhas, e com um glossário dos termos técnicos. Percebi que preciso fazer um curso de culinária bem básico, afinal, cozinhar é como dirigir, se aprende fazendo. Alguém tem uma sugestão?
[1] Unidade de medida genérica da série Battlestar Gallactica.
quarta-feira, janeiro 04, 2006
Dos Motoristas Contínuos
Há muito tempo já se sabe que o menor quanta de tempo é definido pelo intervalo de tempo entre a luz verde da sinaleira recém aberta e a buzinada que o neurótico atrás de ti dá, em geral, um taxista. Esta é a antiga física aplicada ao trânsito (fisicologística), um novo ramo de pesquisa é a biologia aplicada ao trânsito (biologística).
Em uma missão Darwiniana à bordo do meu Palio (infelizmente não foi o Beagle), pude identificar uma nova espécie de motoristas: os Motoristas Contínuos (Vexi Continuum). Frutos da evolução biológica e tecnológica, caracterizam-se por habitar seus veículos 100% de suas vidas. Numa adaptação recente decorrente da popularização das lojas de conveniência, estes seres agora podem abastecer-se de calorias e de combustível [1]. Todavia, os toaletes destes estabelecimento não propiciam o mesmo grau de conforto.
Devido à estes novos ambiente, os motoristas contínuos adquiram um novo hábito, como o nome da espécie diz, dirigir continuamente os seus veículos. De um lado para outro da cidade, no trâsito diurno e noturno, estes seres nunca param, exceto, é claro nas lojas de conveniência. O insight da descoberta decorreu quando à bordo do Palio, estava a estacionar. Numa rua de movimento médio, pisca-pisca ligado, de acordo com as normas de trânsito. Este autor ouviu uma buzinada de protesto (Bibiiiii!!!), totalmente fora de contexto, e instantaneamente pude concluir que se tratava de uma nova espécie de motoristas.
Os motoristas contínuos nunca estacionam seus veículos em vias públicas! Por esta razão, disputam o espaço com os motoristas comuns, e não compreendem porque os veículos destes tem o hábito de estacionar. No quesito disputa de espaço, os motoristas contínuos desenvolvem altas velocidades nos horários noturnos.
Boa parte do estresse no trânsito é causada por esta classe de motoristas. Como resolver este problema? Uma possibilidade são os autódromos. Os Motoristas Contínuos poderiam começar a trafegar em Tarumã. Desta feita, ao dar voltas e mais voltas em uma pista cada vez mais engarrafada, satisfariam seu afã de engarrafamentos infinitos e buzinaços à la carte. Os 3016 metros de pista seriam suficientes para alguns milhares de Vexi Continua.
Uma reinvidicação nova e crescente desta classe é a modificação do exame de motorista para seus interesses próprios, com a eliminação da prova de estacionamento, bem como da necessidade da interpretação das placas de trânsito, pois afinal, como dizem, as vias foram feitas para se circular! Para tal, seu lobby é forte no Congresso Nacional, com o desvio da maior parte das verbas da contribuição sobre a gasolina, todavia, como lá nunca se trabalha e nada se vota (e esta é uma outra história), o efeito do seu lobby é nulo.
Da próxima vez que tu, motorista tradicional, estiver a estacionar, ou a realizar uma manobra válida do trânsito, e alguém buzinar, não estranhe pois trata-se do novo tipo de motoristas que está a habitar as nossas cidades!
[1] Da literatura do marketing: One-stop shop.
Em uma missão Darwiniana à bordo do meu Palio (infelizmente não foi o Beagle), pude identificar uma nova espécie de motoristas: os Motoristas Contínuos (Vexi Continuum). Frutos da evolução biológica e tecnológica, caracterizam-se por habitar seus veículos 100% de suas vidas. Numa adaptação recente decorrente da popularização das lojas de conveniência, estes seres agora podem abastecer-se de calorias e de combustível [1]. Todavia, os toaletes destes estabelecimento não propiciam o mesmo grau de conforto.
Devido à estes novos ambiente, os motoristas contínuos adquiram um novo hábito, como o nome da espécie diz, dirigir continuamente os seus veículos. De um lado para outro da cidade, no trâsito diurno e noturno, estes seres nunca param, exceto, é claro nas lojas de conveniência. O insight da descoberta decorreu quando à bordo do Palio, estava a estacionar. Numa rua de movimento médio, pisca-pisca ligado, de acordo com as normas de trânsito. Este autor ouviu uma buzinada de protesto (Bibiiiii!!!), totalmente fora de contexto, e instantaneamente pude concluir que se tratava de uma nova espécie de motoristas.
Os motoristas contínuos nunca estacionam seus veículos em vias públicas! Por esta razão, disputam o espaço com os motoristas comuns, e não compreendem porque os veículos destes tem o hábito de estacionar. No quesito disputa de espaço, os motoristas contínuos desenvolvem altas velocidades nos horários noturnos.
Boa parte do estresse no trânsito é causada por esta classe de motoristas. Como resolver este problema? Uma possibilidade são os autódromos. Os Motoristas Contínuos poderiam começar a trafegar em Tarumã. Desta feita, ao dar voltas e mais voltas em uma pista cada vez mais engarrafada, satisfariam seu afã de engarrafamentos infinitos e buzinaços à la carte. Os 3016 metros de pista seriam suficientes para alguns milhares de Vexi Continua.
Uma reinvidicação nova e crescente desta classe é a modificação do exame de motorista para seus interesses próprios, com a eliminação da prova de estacionamento, bem como da necessidade da interpretação das placas de trânsito, pois afinal, como dizem, as vias foram feitas para se circular! Para tal, seu lobby é forte no Congresso Nacional, com o desvio da maior parte das verbas da contribuição sobre a gasolina, todavia, como lá nunca se trabalha e nada se vota (e esta é uma outra história), o efeito do seu lobby é nulo.
Da próxima vez que tu, motorista tradicional, estiver a estacionar, ou a realizar uma manobra válida do trânsito, e alguém buzinar, não estranhe pois trata-se do novo tipo de motoristas que está a habitar as nossas cidades!
[1] Da literatura do marketing: One-stop shop.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Fogão Auto-limpante

Quando eu fui morar sozinho, ainda no século 20, comprei todos os eletrodomésticos que imaginei necessários: geladeira, micro-ondas, lava-roupas, secadora de roupas, televisão e aspirador de pó. Tudo em 10x na Colombo. Tá, e o fogão? Para que fogão? Eu não tinha interesse em cozinhar...
As mulheres se espantavam, como assim, casa sem fogão? Não faz sentido! Para quê, no micro-ondas eu esquento água e faço pipoca! Posso esquentar pizza e comida de supermercado. Com o tempo, aprendi a fazer miojo no micro, com direito a molho pronto de tomate. Um luxo. =)
Bom, passaram-se alguns anos e comecei a ter interesse em aprender a cozinhar, e já venho me enrolando há uns meses para comprar o tal do fogão. Já sei até cozinhar na teoria, pois assisti alguns programas de chefs. Pretendo aprender a cozinhar com homens, pratos lógicos, rápidos, fáceis e muito saborosos!
Na loja, comecei a ver detalhes sobre fogões. Alguns têm timer. Não é necessário, eu tenho relógio, celular e mil e outros dispositivos com temporizadores. E o acabamento? Muitos têm aço inox no tampo, legal! Outros tem o compartimento de onde o gás sai selado, assim não cai comida dentro! Cool! E o puxado de plástico? As melhores marcas do mercado vendem fogões assim, daí tu faz um assado, abre a porta do forno e o puxador quebra! Porra de corte de custos. Os modelos que eu vi da Brastemp eram todos assim.
Mas aí vem o item misterioso: fogão auto-limpante! Ok, este é o meu nome genérico, porque o nome que eles dão é forno auto-limpante. Um pouco assim como meu último post, Capricho ou Contigo? Tentei entender o que é isto e criei mentalmente uma lista de possibilidades:
- Um elfo doméstico como em Hogwarts limpa o forno à noite, nós nem o vemos;
- Uma patinho do Pato Purific, inspirado em Tom Cruise, faz a limpeza na madrugada, vindo em uma mini nave espacial da NASA;
- Uma escrava vem grátis, ela além de lavar, também cozinha e passa;
- Uma manada de mini-elefantes cor-de-rosa, cada um deles com cerca de 0.5 mm habita a parte de trás do fogão. Eles se alimentam dos restos de comida, e o usuário não deve limpar a parte traseira do fogão com álcool ou produtos químicos tóxicos;
- Um motoboy terceirizado da fábrica vem uma vez por semana, sem hora marcada, mas liga 30 minutos antes de chegar, e limpa o fogão com um produto da AmWay, caríssimo.
PS: Fogões iguais, lojas iguais, preços iguais, condições iguais, posicionamentos iguais. O que influenciou na hora da compra? Os vendedores das Lojas Colombo e do Ponto Frio estavam quase depressivos em pleno Natal! Putz! Mas seria injusto se não mencionasse que em outra compra recente, em outra loja das Lojas Colombo (Home Store) eu fui muito bem atendido!
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Matrix Global e você, tudo a ver!

Porque na Matrix é fácil de saber. O mundo construído, no auge da humanidade se passa em 1999 e tem tonalidades verdes. Todos são limpíssimos e elegantééééérimos, com suas roupas que na verdade são softwares. Eles estão conectados à Matrix através de um cabo que se conecta em suas nucas.
Já quando voltam para o mundo real, no ano de 2300 e lá vai pedrada, porque não sabem bem quando é, estão cansados e querem comida real, e não aquela sopa insossa. Sem falar nos robôs sempre atrás deles.
O autor preserva uma distinção. Tema para outro post: porque eu me decepcionei muito com o terceiro filme da saga.
Bom, então o Jequitibá, quero dizer, o Jatobá. É cego ou não é cego? Na Matrix Global, ele é, no mundo real não. Mas como eu posso saber? Como ao ler uma manchete da imprensa do mundo real eu posso saber se falam do mundo real ou do imaginário. Diferente dos filmes, a Globo e os demais veículos gostam de criar uma confusão. Tanto é que os atores se cansam de serem confundidos pela população, e os vilões repreendidos!
Uma semelhança: na Matrix Global o mundo é perfeito. Os vilões se dão mal e todos os outros são bonzinhos e casam com seus entes queridos. Às vezes tem mais de uma opção, a Sol, por exemplo, não tinha um puto de grana, mas tinha um namorado em cada cidade, sendo um deles nos Esteites. Então também rola separação na Matrix Global.
E é daí que vem a confusão: a Matrix Global é perfeita, o mundo real é recheado de violência e corrupção, mas o tema da imprensa é o mesmo: casamentos e separações entre atores, atrizes, personagens e vice-versas.
O exemplo mais surreal é o programa mais absurdo da TV Brasileira (e, acho, um dos piores): Vídeo Show: a narradora (da Novela-Matrix-Global ou do mundo real?) fala com os personagens, e os atores respondem, comentando como se fossem outros seres, e, hum, melhor ainda, com misturas de novelas de épocas diferentes.
Ok, eu desisto! Na minha compreensão, Sol era casada com Murilo Benício, mas separou-se porque Giovanna Antonelli precisava de um casamento novo para gerar notícia e aumentar a renda.
PS: Putz! O nome da revista é Contigo! Tive de procurar no Google...
quinta-feira, novembro 24, 2005
As chaves
Entrei na imobiliária em busca de um apartamento específico para alugar. Já tinha visto no site, inclusive as fotos. Não parecia grande coisa, mas valia a pena conferir. Era um daqueles dias quentes e abafados de Porto Alegre, e era quase a hora do almoço. Vaga no sol, mas pertinho.
Eu falei boa tarde, ao que a atendente levantou-se sem palavras e veio atender-me no balcão. Perguntei pelo apartamento na Rua Drungla e pelo da Rua Whatever. Mas porque o senhor deseja ver tais apartamentos, ela disse, como assim, falei, então, veja bem senhor, é política da empresa, nosso cadastro é bem detalhado, mas na retirada das informações não são muitas informações, nestes dias de hoje não se pode confiar e nós iniciamos com poucas perguntas, ao que virou-se sem mais palavras e buscou um formulário.
Nome, idade, CPF, estado civil e razão do aluguel. Eram só estes campos em meia página, eu vi, e ela não disse nada, então eu perguntei porque afinal desejavam saber a razão pela qual eu desejava alugar um apartamento, eu já acho demais pedir um CPF para visitar um apartamento, a fome e o calor, o que afinal esta mulher quer?
Senhor, é necessário preencher o formulário e apresentar uma cópia autenticada do CPF, tem um cartório aqui perto, e o senhor pode estar fazendo este procedimento somente na primeira vez, depois que estiver cadastrado não é mais necessário. Ah então tu quer uma cópia do meu CPF, sim, isto mesmo, e ainda precisamos do cheque caução, 50 reais, mas se preferir pode ser em dinheiro mesmo, devolvemos quando recebermos as chaves de volta. Como é hora do almoço, o senhor pode devolver as chaves até as 14h30, dá tempo inclusive para almoçar.
Olha, outras imobiliárias infelizmente tem o mesmo procedimento de pedir um documento e algum valor em caução, mas eu não compreendo porque vocês querem saber porque eu quero alugar um apartamento. Senhor, a política da casa é assim, nosso chefe tem como norma pedir que o locatário e os dois avalistas tenham cada um pelo menos um imóvel. Como assim, se eu tivesse um imóvel porque eu iria querer alugar um, olha, senhor, tem gente que tem apartamento no interior, vem estudar na capital, ou prefere morar em outro bairro, mais próximo do trabalho, mas não é o meu caso, que absurdo, afinal, não entendo o procedimento de vocês, e depois disto eu me calei e peguei o formulário.
"Para morar com a minha namorada" foi a razão que coloquei lá, e os demais campos, além de dar 50 reais em espécie, posso deixar a própria identidade que possui o CPF ao invés da cópia autenticada, sim, claro, é que alguns clientes não gostam de deixar os originais, só um momento, falta o senhor assinar o contrato. QUE CONTRATO?
O supra assinado, de nome _____, portador do CPF ____, compromete-se a não fazer cópias das chaves sob pena de uma multa de 200 UFIRs, bem como não emprestá-las a terceiros. As chaves devem ser devolvidas até as ____ horas, a cada 30 minutos excedentes é cobrada uma taxa de 2 reais. Não nos responsabilizamos pelo estacionamento de seu automóvel, e estamos impossibilitados pela resolução 31416 do Conselho Jedi de fornecer instruções de como chegar ao local, embora possamos fornecer o endereço. Eventuais danos causados ao imóvel causados por janelas deixadas abertas serão ressarcidos pelo supra assinado. Porto Alegre, 14 de novembro de 2005, supra assinado e Imobiliária Imaginária.
A sua senhora não gosta do seu apartamento ou o senhor mora com a família, mas qual a diferença, põe aí que eu moro com a família, um tanto tarde para morar com os pais, eu com 18 anos já tinha vindo para a capital, se o senhor não tem imóvel próprio ainda, não há problema agora para eu estar lhe entregando as chaves, mas um dos seus avalistas deve ter então 4 imóveis.
Eu já tinha decido levar a cabo esta transação absurda então recebi o molho de chaves do tamanho de uma bola de tênis, veja bem, eu ainda não estive no apartamento, então não pude estar identificando as chaves, mas eu sei que a da porta do edifício tranca um pouco e é uma destas arredondadas da Papaiz.
--
O Autor não teve uma experiência tão peculiar, mas a ordem para devolver as chaves ocorreu, com horário para almoçar incluído, mais deixar a carteira de identidade e assinar uma declaração.
Eu falei boa tarde, ao que a atendente levantou-se sem palavras e veio atender-me no balcão. Perguntei pelo apartamento na Rua Drungla e pelo da Rua Whatever. Mas porque o senhor deseja ver tais apartamentos, ela disse, como assim, falei, então, veja bem senhor, é política da empresa, nosso cadastro é bem detalhado, mas na retirada das informações não são muitas informações, nestes dias de hoje não se pode confiar e nós iniciamos com poucas perguntas, ao que virou-se sem mais palavras e buscou um formulário.
Nome, idade, CPF, estado civil e razão do aluguel. Eram só estes campos em meia página, eu vi, e ela não disse nada, então eu perguntei porque afinal desejavam saber a razão pela qual eu desejava alugar um apartamento, eu já acho demais pedir um CPF para visitar um apartamento, a fome e o calor, o que afinal esta mulher quer?
Senhor, é necessário preencher o formulário e apresentar uma cópia autenticada do CPF, tem um cartório aqui perto, e o senhor pode estar fazendo este procedimento somente na primeira vez, depois que estiver cadastrado não é mais necessário. Ah então tu quer uma cópia do meu CPF, sim, isto mesmo, e ainda precisamos do cheque caução, 50 reais, mas se preferir pode ser em dinheiro mesmo, devolvemos quando recebermos as chaves de volta. Como é hora do almoço, o senhor pode devolver as chaves até as 14h30, dá tempo inclusive para almoçar.
Olha, outras imobiliárias infelizmente tem o mesmo procedimento de pedir um documento e algum valor em caução, mas eu não compreendo porque vocês querem saber porque eu quero alugar um apartamento. Senhor, a política da casa é assim, nosso chefe tem como norma pedir que o locatário e os dois avalistas tenham cada um pelo menos um imóvel. Como assim, se eu tivesse um imóvel porque eu iria querer alugar um, olha, senhor, tem gente que tem apartamento no interior, vem estudar na capital, ou prefere morar em outro bairro, mais próximo do trabalho, mas não é o meu caso, que absurdo, afinal, não entendo o procedimento de vocês, e depois disto eu me calei e peguei o formulário.
"Para morar com a minha namorada" foi a razão que coloquei lá, e os demais campos, além de dar 50 reais em espécie, posso deixar a própria identidade que possui o CPF ao invés da cópia autenticada, sim, claro, é que alguns clientes não gostam de deixar os originais, só um momento, falta o senhor assinar o contrato. QUE CONTRATO?
O supra assinado, de nome _____, portador do CPF ____, compromete-se a não fazer cópias das chaves sob pena de uma multa de 200 UFIRs, bem como não emprestá-las a terceiros. As chaves devem ser devolvidas até as ____ horas, a cada 30 minutos excedentes é cobrada uma taxa de 2 reais. Não nos responsabilizamos pelo estacionamento de seu automóvel, e estamos impossibilitados pela resolução 31416 do Conselho Jedi de fornecer instruções de como chegar ao local, embora possamos fornecer o endereço. Eventuais danos causados ao imóvel causados por janelas deixadas abertas serão ressarcidos pelo supra assinado. Porto Alegre, 14 de novembro de 2005, supra assinado e Imobiliária Imaginária.
A sua senhora não gosta do seu apartamento ou o senhor mora com a família, mas qual a diferença, põe aí que eu moro com a família, um tanto tarde para morar com os pais, eu com 18 anos já tinha vindo para a capital, se o senhor não tem imóvel próprio ainda, não há problema agora para eu estar lhe entregando as chaves, mas um dos seus avalistas deve ter então 4 imóveis.
Eu já tinha decido levar a cabo esta transação absurda então recebi o molho de chaves do tamanho de uma bola de tênis, veja bem, eu ainda não estive no apartamento, então não pude estar identificando as chaves, mas eu sei que a da porta do edifício tranca um pouco e é uma destas arredondadas da Papaiz.
--
O Autor não teve uma experiência tão peculiar, mas a ordem para devolver as chaves ocorreu, com horário para almoçar incluído, mais deixar a carteira de identidade e assinar uma declaração.
domingo, outubro 30, 2005
É palavá ou é pacomê? (*)
Tu não te irrita com aquelas piadinhas sem a menor graça? Senta na cabeceira da mesa no restaurante e o espertinho diz, aí, legal, vai pagar a conta! E não tem aquela piadinha idiota na festa de família, quando trazem a sobremesa, e o espertinho pergunta o que é, e a dona da festa responde que é Pavê, o esperinho pergunta se é pavê ou é pacomê.
Mas o que eu não entendo, mesmo, são os sabonetes e os shampoos comestíveis! Eu tenho um baita problema cada vez que vou no Zaffari comprar sabonetes. Porra! Eu quero tomar banho, não quero almoçar. Olha só que eu encontrei:
Outro dia eu fiquei muitíssimo irritado com isto! E o que vou contar é verdade, não é ironia. Eu liguei pra minha mãe, brabo, do Zaffari, falei, porra mãe, eu quero comprar Lux Luxo, que tu comprava em casa, e eu usei toda a minha infância, e agora eles só tem esta merda de sabonetes comestíveis, o que eu faço, e ela me respondeu que realmente tinha o mesmo problema, claro, ela não estava brava, mas ela me respondeu que o mais parecido era o Sabonete com Manteiga de Cacau LUX, daí eu pensei, bom, pelo menos não é comestível, quer dizer, até tem no chocolate, mas a gente usava manteiga de cacau no inverno, quando fazia frio, pro lábio não ressecar, então tá mais pra remédio do que pra comida, ok, legal, eu aceito, e passei a comprar o Lux com manteiga de cacau.
Não tenho o mesmo problema com Shampoos. Como eu uso um especial para evitar oleosidade no couro cabeludo, L'Oreal Pure Control, veja só, um shampoo com nome de shampoo, que recomendo pra quem tem queda de cabelo. Mas eu acho muita graça no balcão de shampoos, a imaginação dos marketeiros-gourmet vai ainda mais longe, ainda bem que eu sou careca!
Para encerrar uma homenagem ao Sabonete Phebo Odor de Rosas, que é o mesmo há decadas! É "odor de rosas", um perfume, viu? Não é comestível, e nem tinha sabonete comestível quando doi criado. E melhor ainda: nenhuma marca dos sabonetes Phebo é comestível. Eu sinto um prazer ao comprar o Phebo, pelo conservadorismo da marca, mas é claro, nem tanto assim, porque é mais caro!
(*) inaugurando a "Série de Crônicas Ranzizas".
Mas o que eu não entendo, mesmo, são os sabonetes e os shampoos comestíveis! Eu tenho um baita problema cada vez que vou no Zaffari comprar sabonetes. Porra! Eu quero tomar banho, não quero almoçar. Olha só que eu encontrei:
- Sabonete com Iogurte de Pêssego FRANCIS: bom, este eu posso comer com granola no café da manhã;
- Sabonete Cosmetics Proteínas do Leite: eu não achei sabonete de café, mas este é uma alternativa com um pão com manteiga;
- Sabonete com Leite e Mel Máxima Hidratação OX: este é natureba;
- Sabonete Cremoso Glicerinado com Extrato de Maracujá: eu odeio maracujá! Mas quem gosta de fruta pode comer de lanche;
- Sabonete com Óleo de Oliva PALMOLIVE Suave: como eu sempre lavo as mãos antes das refeições, se eu usar este sabonete eu não preciso temperar a salada. Tem shampoo com sal?
- Sabonete com Chás Verde e Erva-Doce FRANCIS: se eu for almoçar numa churrascaria rodízio, esta é uma boa opção pra depois do almoço. Porque o ENO também não pensou nisto e não vem ainda numa versão sabonete?
- Sabonete Cremoso de Óleo de Sementes de Uvas FRANCIS: uvas são muito sexies, não? Será que dá pra fazer um sobonete de vinho? Deve ajudar a prevenir o envelhecimento;
- Sabonete com Extrato de Frutas e Hidratante LUX: sabonetinho salada-de-fruta pro lanche da tarde;
- Sabonete Líquido com Óleo de Abacate NIVEA: quando eu era criança adorava creme de abacate com limão. Este sabonete deve ter gosto de infância;
- Sabonete com Extrato de Rosas e Hidratantes LUX: este é feminino. Se tu quiser economizar no dia dos namorados, ao invés de um buquê de rosas, um sabonete de rosas! Dá pra colocar no vaso, a casa dela vai ficar perfumada por um tempão. Não esquece de tirar a embalagem antes;
- Sabonete com Sabonete REXONA Menta: nem precisa mais escovar os dentes.
Outro dia eu fiquei muitíssimo irritado com isto! E o que vou contar é verdade, não é ironia. Eu liguei pra minha mãe, brabo, do Zaffari, falei, porra mãe, eu quero comprar Lux Luxo, que tu comprava em casa, e eu usei toda a minha infância, e agora eles só tem esta merda de sabonetes comestíveis, o que eu faço, e ela me respondeu que realmente tinha o mesmo problema, claro, ela não estava brava, mas ela me respondeu que o mais parecido era o Sabonete com Manteiga de Cacau LUX, daí eu pensei, bom, pelo menos não é comestível, quer dizer, até tem no chocolate, mas a gente usava manteiga de cacau no inverno, quando fazia frio, pro lábio não ressecar, então tá mais pra remédio do que pra comida, ok, legal, eu aceito, e passei a comprar o Lux com manteiga de cacau.
Não tenho o mesmo problema com Shampoos. Como eu uso um especial para evitar oleosidade no couro cabeludo, L'Oreal Pure Control, veja só, um shampoo com nome de shampoo, que recomendo pra quem tem queda de cabelo. Mas eu acho muita graça no balcão de shampoos, a imaginação dos marketeiros-gourmet vai ainda mais longe, ainda bem que eu sou careca!
Para encerrar uma homenagem ao Sabonete Phebo Odor de Rosas, que é o mesmo há decadas! É "odor de rosas", um perfume, viu? Não é comestível, e nem tinha sabonete comestível quando doi criado. E melhor ainda: nenhuma marca dos sabonetes Phebo é comestível. Eu sinto um prazer ao comprar o Phebo, pelo conservadorismo da marca, mas é claro, nem tanto assim, porque é mais caro!
(*) inaugurando a "Série de Crônicas Ranzizas".
terça-feira, outubro 11, 2005
Referendianas 0
Para quem entende, este post será óbvio: O Referendo está ERRADO!
O TRE convencionou que NÃO=1 e que SIM=2. Ora, qualquer um minimamente iniciado em informática ou matemática sabe que a representação de NÃO na álgebra booleana é 0 e SIM é 1. Zero e um, ao invés de um e dois.
Zero é a ausência, um é a essência. Zero é nada, um é tudo. Zero é o proibido, um é o permitido. Zero é a ausência de corrente elétrica, um é a passagem da corrente elétrica. Zero é feminino um é masculino (não entendeu? pense em uma simbologia Freudiana).
Já dois é o dobro de um, e só. Pelo menos está na ordem correta, Não=1 é menor que Sim=2.
O teclado das urnas tem os 10 dígitos decimais, tem o zero e o um. Se fosse assim, a população poderia aprender uma bela lição de álgebra. O horário eleitoral poderia ser usado de maneira educativa, explicando porque do zero. Professores poderiam ser chamados para elaborar programas temáticos: números, álgebra, lógica, eletrônica...
Não está convencido? O computador que você está usando neste momento funciona com base em 0's e 1's, digitos binários (binary digits), ou, bits!
Deveria ser NÃO=0 e SIM=1! Se concordou comigo, então entendeu o título do post.
Sky
O TRE convencionou que NÃO=1 e que SIM=2. Ora, qualquer um minimamente iniciado em informática ou matemática sabe que a representação de NÃO na álgebra booleana é 0 e SIM é 1. Zero e um, ao invés de um e dois.
Zero é a ausência, um é a essência. Zero é nada, um é tudo. Zero é o proibido, um é o permitido. Zero é a ausência de corrente elétrica, um é a passagem da corrente elétrica. Zero é feminino um é masculino (não entendeu? pense em uma simbologia Freudiana).
Já dois é o dobro de um, e só. Pelo menos está na ordem correta, Não=1 é menor que Sim=2.
O teclado das urnas tem os 10 dígitos decimais, tem o zero e o um. Se fosse assim, a população poderia aprender uma bela lição de álgebra. O horário eleitoral poderia ser usado de maneira educativa, explicando porque do zero. Professores poderiam ser chamados para elaborar programas temáticos: números, álgebra, lógica, eletrônica...
Não está convencido? O computador que você está usando neste momento funciona com base em 0's e 1's, digitos binários (binary digits), ou, bits!
Deveria ser NÃO=0 e SIM=1! Se concordou comigo, então entendeu o título do post.
Sky
domingo, outubro 09, 2005
O Restaurante do Flávio e do Fernando
O Flávio me contou sobre o seu restaurante. O texto dele é muito engraçado. Só não concordo nem acredito na proibição de passar o pão no molho. Ele é gordinho, mas jura que não faz isto... Eu iria lá e pediria uma massa com molho para depois passar o pão!
Leia o manual do cliente que ele escreveu para o futuro restaurante deles:
AVISO:
este restaurante tem uma série de regras rígidas que devem ser observadas por seus freqüentadores. Antes de entrar, verifique se seu perfil corresponde a elas; caso seu comportamento não esteja de acordo com a nossa cartilha, faça um favor a si mesmo: não entre!
1. etiqueta à mesa:
1. não fale de boca cheia. não adianta deslocar a comida para a bochecha quando falar: também é horrível;
2. não fale aos gritos;
3. não gargalhe como a Fafá de Belém ou como a Carolina Feraz;
4. não coloque os cotovelos sobre a mesa;
5. não se sirva com seu próprio garfo;
6. não experimente o cafezinho com a colher: mexa o cafezinho com a colher;
7. não corte o filé em pequenos pedaços para depois comer: você não é criança;
8. não cheire a comida: coma-a;
9. não leve a boca ao garfo: é o garfo que vai à boca; e
10. sobrou molho no prato? não limpe com o pão.
2. comportamentos observados comumente em restaurantes:
1. não grite ao falar no celular. Melhor ainda, não fale ao celular;
2. não discuta a relação, não chore;
3. não peça peixe e depois reclame da espinha: ajoelhou, tem de rezar!;
4. não peça para 'enrolar' o que sobrou e levar para casa;
5. não modifique os pratos: eles são conforme consta no cardápio (não, não dá para trocar a salada de maionese por 'fritas');
6. não peça 'pãozinho extra'; e
7. casamento infeliz, silêncio e cara de paisagem? não entre: procure a concorrência.
3. crianças:
1. não permita que seu filho corra, aos gritos, entre as mesas: há um panelão com azeite fervente na cozinha;
2. não amamente seu filhinho no restaurante;
3. não se refira ao item acima como 'dar mamá', 'dar de mamá' ou 'dar a teta';
4. não deixe de educar seu filho: um dia, ele será adulto; e
5. seu bebê começou a chorar? pague e vá embora imediatamente!
4. garçons:
1. não se refira ao garçom por 'chefe', 'chefia', 'moço', 'amigo' ou 'amigão';
2. não permita que o garçom se refira a você por nenhuma das denominações acima ou por 'doutor';
3. não efetue nenhum pagamento caso, ao pedir a conta, você ouça do garçom a seguinte pergunta: 'a continha?'; e
4. o garçom é do tipo simpático e íntimo a ponto de soltar uma gracinha? não se intimide, nem sorria: olhe fixamente para ele e diga: 'chame o dono deste estabelecimento agora mesmo!'.
5. comemorações:
1. não aceitamos mesas para comemorações, muito menos para amigo secreto de fim de ano;
2. não cante 'parabéns a você' com cara de felicidade, ou melhor, com qualquer cara: não cante 'parabéns a você', simplesmente;
3. se a mesa ao lado da sua começar a cantar 'parabéns a você', não se junte a ela, nem que seja apenas batendo palmas;
4. não brinde, especialmente com cerveja;
5. não peça nem ofereça 'uma provinha'; e
6. você e seu grupo estão muito felizes? não demonstrem: os donos deste restaurante são mal-humorados e se irritam facilmente, principalmente com a felicidade alheia!
Você não preenche algum requisito? Duas soluções: ou você não entra, como sugerido acima, ou você faz uma encomenda via internet.
Obrigado,
os proprietários.
Leia o manual do cliente que ele escreveu para o futuro restaurante deles:
AVISO:
este restaurante tem uma série de regras rígidas que devem ser observadas por seus freqüentadores. Antes de entrar, verifique se seu perfil corresponde a elas; caso seu comportamento não esteja de acordo com a nossa cartilha, faça um favor a si mesmo: não entre!
1. etiqueta à mesa:
1. não fale de boca cheia. não adianta deslocar a comida para a bochecha quando falar: também é horrível;
2. não fale aos gritos;
3. não gargalhe como a Fafá de Belém ou como a Carolina Feraz;
4. não coloque os cotovelos sobre a mesa;
5. não se sirva com seu próprio garfo;
6. não experimente o cafezinho com a colher: mexa o cafezinho com a colher;
7. não corte o filé em pequenos pedaços para depois comer: você não é criança;
8. não cheire a comida: coma-a;
9. não leve a boca ao garfo: é o garfo que vai à boca; e
10. sobrou molho no prato? não limpe com o pão.
2. comportamentos observados comumente em restaurantes:
1. não grite ao falar no celular. Melhor ainda, não fale ao celular;
2. não discuta a relação, não chore;
3. não peça peixe e depois reclame da espinha: ajoelhou, tem de rezar!;
4. não peça para 'enrolar' o que sobrou e levar para casa;
5. não modifique os pratos: eles são conforme consta no cardápio (não, não dá para trocar a salada de maionese por 'fritas');
6. não peça 'pãozinho extra'; e
7. casamento infeliz, silêncio e cara de paisagem? não entre: procure a concorrência.
3. crianças:
1. não permita que seu filho corra, aos gritos, entre as mesas: há um panelão com azeite fervente na cozinha;
2. não amamente seu filhinho no restaurante;
3. não se refira ao item acima como 'dar mamá', 'dar de mamá' ou 'dar a teta';
4. não deixe de educar seu filho: um dia, ele será adulto; e
5. seu bebê começou a chorar? pague e vá embora imediatamente!
4. garçons:
1. não se refira ao garçom por 'chefe', 'chefia', 'moço', 'amigo' ou 'amigão';
2. não permita que o garçom se refira a você por nenhuma das denominações acima ou por 'doutor';
3. não efetue nenhum pagamento caso, ao pedir a conta, você ouça do garçom a seguinte pergunta: 'a continha?'; e
4. o garçom é do tipo simpático e íntimo a ponto de soltar uma gracinha? não se intimide, nem sorria: olhe fixamente para ele e diga: 'chame o dono deste estabelecimento agora mesmo!'.
5. comemorações:
1. não aceitamos mesas para comemorações, muito menos para amigo secreto de fim de ano;
2. não cante 'parabéns a você' com cara de felicidade, ou melhor, com qualquer cara: não cante 'parabéns a você', simplesmente;
3. se a mesa ao lado da sua começar a cantar 'parabéns a você', não se junte a ela, nem que seja apenas batendo palmas;
4. não brinde, especialmente com cerveja;
5. não peça nem ofereça 'uma provinha'; e
6. você e seu grupo estão muito felizes? não demonstrem: os donos deste restaurante são mal-humorados e se irritam facilmente, principalmente com a felicidade alheia!
Você não preenche algum requisito? Duas soluções: ou você não entra, como sugerido acima, ou você faz uma encomenda via internet.
Obrigado,
os proprietários.
sexta-feira, julho 08, 2005
terça-feira, fevereiro 22, 2005
Um outro refrigerante é possível
Um outro mundo é possível. Este é o slogan do Forum Social Mundial, já realizado 4 vezes em Porto Alegre. É um acontecimento fantástico, por sua finalidade, além de dar um ar turístico e global à Maior Cidade do Interior do Mundo.
Neste último FSM em 2005 uma decisão bizarra foi tomada: banir a Coca-cola. Coisa muito estranha, pois produtos globais fazem parte da sociedade atual. Quem sabe verificar se as ações locais realizadas pelas empresas produtoras são comprometidas com as comunidades. Para mim, parece mais o marketing do esquisito. Vão tomar o que? Se todas as bebidas disponíveis são feitas por multinacionais? Somente sucos.
Falando em sucos, já experimentou uma fruta chamada Pomelo? Em inglês, Grapefruit. Parece que se chama Toranja em português. Bom, eu provei um refrigerante de pomelo muito popular na Argentina e Uruguai. A marca da Coca se chama "Mais" e a da Pepsi, "Paso de los Toros".

Não é doce como as colas. Tem muuuuito gás! Não perde o gás quando a garrafa chega no fim. Tem cor de água suja (verde-cinza) com uns elementos brownianos suspeitos! É feio! É amargo! É azedo! Desce patrolando, muito mais do que as colas!!! É uma ma-ra-vi-lha!!!

Pena que não é vendido aqui...
Neste último FSM em 2005 uma decisão bizarra foi tomada: banir a Coca-cola. Coisa muito estranha, pois produtos globais fazem parte da sociedade atual. Quem sabe verificar se as ações locais realizadas pelas empresas produtoras são comprometidas com as comunidades. Para mim, parece mais o marketing do esquisito. Vão tomar o que? Se todas as bebidas disponíveis são feitas por multinacionais? Somente sucos.
Falando em sucos, já experimentou uma fruta chamada Pomelo? Em inglês, Grapefruit. Parece que se chama Toranja em português. Bom, eu provei um refrigerante de pomelo muito popular na Argentina e Uruguai. A marca da Coca se chama "Mais" e a da Pepsi, "Paso de los Toros".

Não é doce como as colas. Tem muuuuito gás! Não perde o gás quando a garrafa chega no fim. Tem cor de água suja (verde-cinza) com uns elementos brownianos suspeitos! É feio! É amargo! É azedo! Desce patrolando, muito mais do que as colas!!! É uma ma-ra-vi-lha!!!

Pena que não é vendido aqui...
domingo, fevereiro 06, 2005
Sky vai à praia
Diferente da maior parte dos brasileiros, minha maior preocupação ao me preparar para ir à praia são como NÃO pegar Sol, e dois ítens básicos da check-list já foram verificados:
1. Eu tenho companhia para NÃO ir à praia? Sim, ficar na casa ou hotel.
2. No dia em que eu quiser, por mera curiosidade, ir à praia, existe um bar para esperar sob proteção adequada as mulheres torrando no Sol? Um bar com telhado! Guarda-sol não é proteção adequada. Pense:um simples tecido filtra todo o Sol? Claro que não. Telhas e forrinho, sim!
Isto posto, não preciso comprar protetor solar. Mas caso dê vontade, um fator 25 ou superior emprestado pode ser usado no final da tarde. Esclarecimento final: não é o caso neste ano, mas em temporadas anteriores, quando eu ia surfar, valiam as prerrogativas acima, ou seja, chegar na praia quando a galera já estava indo embora, visando manter o autêntico bronzeado-branco.
1. Eu tenho companhia para NÃO ir à praia? Sim, ficar na casa ou hotel.
2. No dia em que eu quiser, por mera curiosidade, ir à praia, existe um bar para esperar sob proteção adequada as mulheres torrando no Sol? Um bar com telhado! Guarda-sol não é proteção adequada. Pense:um simples tecido filtra todo o Sol? Claro que não. Telhas e forrinho, sim!
Isto posto, não preciso comprar protetor solar. Mas caso dê vontade, um fator 25 ou superior emprestado pode ser usado no final da tarde. Esclarecimento final: não é o caso neste ano, mas em temporadas anteriores, quando eu ia surfar, valiam as prerrogativas acima, ou seja, chegar na praia quando a galera já estava indo embora, visando manter o autêntico bronzeado-branco.
A Perua Manca
O primeiro post foi inevitável, quem é nerd sabe.
Não imaginei que o segundo post seria sobre uma perua manca. Pois é gente, estava passeando no Shopping Moinhos quando vi uma perua, daquelas que os americanos chamam de high maintainance. Loira ou aloirada, cabelos perfeitamente paralelos (mega-hair, é isto? com chapinha chinesa de mais de metro). Pois é, magra, em forma, cintura fina, tubinho preto básico (provavelmente de marca, mas não entendo nada disto). Daí a minha namorada saca, e eu adoro:
- Olha ali, o tamanco tá estragado e ela manca!
O tamanco floral tava estragado, que máximo! Ela mancava com o pé direito para dentro, quase como um deficiente mental! É isto aí, caminhando manca cheia de pose, do alto dos seus milhares de reais gastos em produção inútil....
Em tempo, entrou em uma loja de roupas femininas! Será que foi comprar um sapatinho de vidro emergencial?
:-D
Não imaginei que o segundo post seria sobre uma perua manca. Pois é gente, estava passeando no Shopping Moinhos quando vi uma perua, daquelas que os americanos chamam de high maintainance. Loira ou aloirada, cabelos perfeitamente paralelos (mega-hair, é isto? com chapinha chinesa de mais de metro). Pois é, magra, em forma, cintura fina, tubinho preto básico (provavelmente de marca, mas não entendo nada disto). Daí a minha namorada saca, e eu adoro:
- Olha ali, o tamanco tá estragado e ela manca!
O tamanco floral tava estragado, que máximo! Ela mancava com o pé direito para dentro, quase como um deficiente mental! É isto aí, caminhando manca cheia de pose, do alto dos seus milhares de reais gastos em produção inútil....
Em tempo, entrou em uma loja de roupas femininas! Será que foi comprar um sapatinho de vidro emergencial?
:-D
sábado, fevereiro 05, 2005
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